Administrador AB 23/8/2007 | http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM710863-7823-CARROCEIROS+QUE+CIRCULAM+PELO+PLANO+PILOTO+TERAO+QUE+DEIXAR+AS+RUAS,00.html http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20070806-294677,00.html
Bom Dia DF Mudança obrigatória Carroceiros que circulam pelo Plano Piloto devem deixar as ruas. Para continuar trabalhando terão que usar outro meio de transporte.
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DF: catadores terão de trocar carroça por bicicleta O governo do Distrito Federal publicou um decreto proibindo a circulação de carroças pelas ruas de Brasília, rodovias do Distrito Federal e estradas que ligam as cidades A direção do Serviço de Limpeza Urbana - SLU - determinou que, em vez de carroças, os catadores de lixo terão que usar bicicletas, triciclos ou pequenos caminhões para recolher material. A mudança deve ser feita em dois meses. Hoje a separação do lixo é feita em áreas públicas, perto do Congresso Nacional e dos ministérios. O projeto do SLU prevê ainda, segundo o DFTV, a construção de dois centros de triagem, para reciclagem e venda do material coletado. O representante do Movimento Nacional dos Catadores, Francisco Lobato, considera que dois meses é um prazo pequeno para sair da rua. Fonte: Terra
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL83467-5598,00.html
DF: catadores de lixo terão que abandonar carroças Governo do DF determinou troca por bicicletas, triciclos ou pequenos caminhões. O prazo para a mudança é de dois meses. Decreto do Governo do Distrito Federal (GDF) proibiu a circulação de carroças pelas ruas do DF e o Sistema de Limpeza Urbana do DF (SLU) estipulou prazo de dois meses para que as carroças sejam substituídas por triciclos, bicicletas ou pequenos caminhões. “Se a determinação não for cumprida, o único jeito será partir para a apreensão e a punição. O catador terá a sua autorização recolhida”, alerta a diretora do SLU, Fátima Có. Os catadores alegam que não possuem dinheiro suficiente para a compra dos veículos. “Quem trabalha com carroça mal consegue se manter. Quem dirá comprar um triciclo ou uma bicicleta”, argumenta o catador Osmailton Araújo. Já o representante da Cooperativa de Catadores, Francisco Lobato, alega que seria necessário mais tempo para a troca. “São muitas mudanças e o prazo de dois meses é quase impossível”, sustenta.
http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20070806-294677,00.html
Mudança obrigatória Camila Guimarães / Luiz Quilião A presença das carroças nas ruas de Brasília está proibida há dois anos. Mesmo assim, os carroceiros continuam circulando em vias movimentadas, junto com os carros. Agora, as carroças puxadas por cavalos terão de sair das ruas do Plano Piloto. O governo publicou um decreto definindo as pistas onde é proibida a passagem dos carroceiros. Todas as rodovias do Distrito Federal, as estradas parque que ligam as cidades e as ruas da capital. A direção do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) determinou outra mudança: em vez de carroças, os catadores de lixo terão que usar bicicletas, triciclos ou pequenos caminhões para recolher material. A mudança deve ser feita em dois meses. “Se a determinação não for cumprida, o único jeito será partir para a apreensão e a punição. O catador terá a sua autorização recolhida”, alerta a diretora do SLU Fátima Có. Os catadores vivem e trabalham no centro da cidade, sem autorização. Montam barracos e dividem o espaço com outras famílias. O local não tem condições sanitárias. Hoje a separação do lixo é feita em áreas públicas, perto do Congresso Nacional e dos ministérios, onde eles moram. O projeto do SLU prevê ainda a construção de dois centros de triagem, para reciclagem e venda do material coletado. Mas as áreas serão apenas de trabalho. O problema da moradia irregular continua. Para dificultar ainda mais, os catadores dizem que não têm dinheiro para comprar os veículos. “Quem trabalha com carroça mal consegue se manter. Quem dirá comprar um triciclo ou uma bicicleta”, argumenta o catador Osmailton Araújo. O representante do Movimento Nacional dos Catadores, Francisco Lobato, afirma: o prazo de dois meses é pequeno para sair da rua. “São muitas mudanças e o prazo de dois meses é quase impossível”. |