Márcia Regina da Silva 30/12/2008 | Trabalho na Penitenciária Federal de Campo Grande e desde seu funcionamento há 2 anos surgem cães "pedindo" socorro à nossa porta, acreditamos que são abandonados no lixão, que fica próximo de lá. Por vezes demos nosso jeito, tratamos como sabíamos e destinamos como podíamos. Um deles está em posse da Lucila, um caõzinho aparentemente atropelado, perdeu um olho e está manco de uma pata. Contudo, não temos estrutura para atender os animais. O problema maior além desse, é a quantidade de gatos que proliferou aproveitando-se dos restos de comidas dos detentos. Os funcionários terceirizados de lá insistem em dar cabo de fêmeas e filhotes amarrando-os em sacos, depositando no lixão também e até em lugares distantes, provocando ferimentos neles. Já esclareci a respeito da existência do abrigo, das leis de proteção aos animais, mas não tem jeito... há como um grupo do abrigo comparecer lá e de "forma oficial" e orientar essas pessoas em como proceder em relação aos bichos? É triste assistir isso e ouvir da boca das pessoas que animal não sente, se vira sozinho, que a lei não existe, etc. Conto com a ajuda de vocês! |