Que faz o controle de animais de rua de forma humana, afinal é um grande passo para que outros infelizes não sofram nas ruas das cidades.
Prefeito Muicipal de São Leopoldo - Ary Vanazzi
Secretário de Saúde - José Gallas
PROGRAMA DE ESTERILIZAÇÃO DE ANIMAIS EM SITUAÇÃO DE RUA
São Leopoldo/ RS
No dia 27 de Setembro foi apresentado, no salão nobre da Prefeitura Municipal de São Leopoldo, o Programa de Esterilização de Animais em Situação de Rua, uma parceria da ALPA - Associação Leopoldense de Proteção aos Animais, com a Prefeitura Municipal. A solenidade contou com as presenças do prefeito Ary Vanazzi, do secretário municipal de Saúde, José Gallas, bem como representante de outras secretarias municipais e ongs da região.
O programa tem como objetivo a diminuição da população de animais em situação de rua no município e prevê o recolhimento, castração, cadastro e marcação do animal através de tatuagem. Após a recuperação estes animais participam de feiras de adoção, caso não sejam adotados retornam ao local de onde foram recolhidos. O número de animais esterilizados pelo Programa já ultrapassa 1500.
Segundo a médica veterinária responsável pelo abrigo da ALPA, Carla Visentini, o objetivo é fazer o controle populacional de forma ética, à baixo custo para a sociedade e efetiva. "A meta é esterilizar e colocar o animal de volta no seu espaço trabalhando com o conceito de capacidade suportiva do ambiente. Carla ressaltou a importância do engajamento da população no projeto. "Animal não é objeto que pode ser jogado fora, e isso deve ser entendido pela população. Penso que isso é um processo de conscientização e que não acontece de uma hora para a outra, mas devemos trabalhar de forma incisiva o conceito de Guarda Responsável”.
Serão realizadas palestras, campanhas na midia, além de distribuição de folderes e cartazes.
O prefeito Ary Vanazzi frisou a vontade política do governo em apoiar a iniciativa. “A ação fará muito bem para a cidade. Quase todas as famílias têm um animal de estimação. A partir dessa iniciativa, vamos iniciar um processo de conscientização nas escolas, nos bairros, interagindo com a comunidade”, explicou.